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      20/02/2012 | Prédio da família Pessagno transferido

      Construção antiga fica em frente da antiga rodoviária de Campinas; trabalhado será semelhante a quebra-cabeças

      O prédio antigo que fica na esquina da Avenida Barão de Itapura com a Rua Barão de Paranaíba será desmontado aos poucos e construído no bairro Carlos Gomes, em Campinas. A reconstrução do prédio será feita por meio de uma parceria entre os proprietários, da família Pesagno, e a Fundação Douglas Andreani. O novo espaço, que será exatamente igual ao que hoje fica localizado em frente à area da antiga rodoviária, abrigará um centro cultural.

      O representante da família Cícero Lopes diz que o galpão foi filmado para que a reconstrução seja fiel ao prédio histórico. O processo de desmonte começa pelo telhado, com a remoção de telhas, e deve ficar pronto em 30 dias. “Iremos retirar telhas, a estrutura do telhado, vigas, pilares e tijolos”, explicou Lopes.

      Segundo o Instituto de Desenvolvimento de Campinas e Região (Idesc), o novo centro abrigará cursos profissionalizantes e projetos sociais. O Instituto não soube informar o volume de investimentos que serão usados para reconstrução do prédio. A Prefeitura autorizou o desmonte do prédio e ontem representantes da Defesa Civil estiveram no local para uma vistoria. O processo de remoção das telhas e desmonte da estrutura deve começar na próxima semana, após o Carnaval.

      A remoção das estruturas será feita por meio de caminhões com guindastes e a Prefeitura precisa montar um esquema para garantir a segurança de todos envolvidos no processo. “O trânsito deverá ser interrompido para a remoção, não só na Barão de Paranaíba, mas também na Barão de Itapura”, afirmou Sidnei Furtado, diretor da Defesa Civil de Campinas. Ele informou que o prédio está apareentemente torto e que o representante pelo projeto irá solicitar uma reunião para informar como o processo será feito. Segundo o representante dos proprietários, parte da estrutura está danificada. Mas a Defesa Civil disse que não há risco de desabamento.

      O prédio está desocupado. No local funcionava um estacionamento de carros. Com a desativação da rodoviária, o comércio foi fechado.





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