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      08/04/2014 | ABAL Campinas - Encontros Musicais

      Vera Gushi                      João Braz            Salvatore Lugano

      Três vozes líricas em recital nos Encontros Musicais

      Cantores líricos de S. Paulo animam a série Encontros Musicais, da Associação Brasileira Carlos Gomes de Artistas Líricos (ABAL Campinas), na próxima sexta-feira, dia 11, às 20 horas, no palco da ACI (rua Barreto Leme, 1479, Centro, tel. 3234-2591). O soprano Vera Gushi, o tenor João de Braz e o barítono Salvatore Iungano cumprem repertório com obras de Obradors, Tosti, Lehàr, Leoncavallo, Carlos Gomes, Bellini, Puccini, Flotow e Verdi, com acompanhamento ao piano do consagrado pianista Aluizio Almada Horta Boaretto. O repertório focalizado reúne as peças Quem sabe, Fenesta che lucive, O mio babbino caro (Gianni Schicchi), L’ ultima canzone, Ideale, Del cabello más sutil, Tu che m’hai preso Il cor, Mattinata, Un di felice, etérea – (La Traviata), Guitare – chanson, M’appari – Ária (Martha), Quando m’en vo... - Ária  (La Bohème), Una furtiva lagrima - Ária (L’Elisir d’Amore), Pietá, rispetto, onore - Ária (Macbeth) e o dueto Bimba dagli’occhi pieni di malia  (Madama Butterfly).

      O soprano Vera Gushi, além de cantora lírica é formada em Relações Públicas pela Faculdade de Comunicações da FAAP. Nascida em São Paulo, estudou canto com Marga Nicolau, Mariinha Lacerda, Andrea Kaiser e atualmente está sob orientação do professor Caio Ferraz. Aperfeiçoou-se com Martha Herr e Neyde Thomaz nos Festivais de Juiz de Fora e Curitiba. Participa do Canto Coral Exsultate, regido pelo maestro Hermes Coelho, que inclusive apresentará em abril a Via Crucis, de Franz Lizst, na Paróquia Imaculada Conceição, em S. Paulo. Canta também no Madrigal Vivarte, sob a regência de Luiz Fernando Marchetti, e no Coral CESP, regido por Teresa Longatto. Com o Coral CESP, em 2013, cantou no coro da ópera Falstaff, no Theatro São Pedro. Fez parte de outras operas no mesmo teatro, como O Mikado, Forrobodó, Opera dos Três Vintens e recentemente a Cavalleria Rusticana, de P. Mascagni.

      O tenor lírico João de Braz iniciou sua carreira no Teatro Lírico de Equipe, em S. Paulo, em 1973, na ópera Madama Butterfly (Puccini). A partir daí, participou de grande número de óperas e recitais, em importantes salas de espetáculos. Seu repertório abrange os papéis principais nas óperas La Traviata, La Bohème, L’Elisir d’Amore, Rita, Don Pasquale, Carmen, Rigoletto, Lucia di Lammermoor, Colombo (C. Gomes), Madama Butterfly, Pedro Malazartes e Moema (Delgado de Carvalho), até papéis comprimários como Goro (M. Butterfly), Beppe/Arlechino, (I Pagliacci), Pong e Pang (Turandot), Abade (Adriana Lecouvrer), Spoletta (Tosca), Remendado (Carmen), Gastone (Traviata), Borsa (Rigoletto), entre outros. Seu repertório inclui trechos de óperas, operetas, zarzuelas e canções tradicionais em vários idiomas. Em 1978, participou da ópera Turandot (Puccini), nas récitas principais de reinauguração do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, ao lado de Ghena Dimitrova, Rubem Domingues, sob regência do Maestro Neeme Yarvyi; em Tosca (com Grace Bumbry) e Madama Butterfly (com o grande tenor Gianni Raimondi e o barítono Paulo Fortes). Na ópera Pedro Malazartes, no Theatro Municipal de SP, a Sinfônica Municipal foi regida pelo próprio compositor, Camargo Guarnieri. Estuda técnica vocal com Nina Voziki.

      Salvatore Iungano, barítono, nasceu na Italia, em Nápoles, e iniciou sua carreira em São Paulo, onde estudou com Leilah Farah, Eliane Karan, Edilson Costa, Benito Maresca, Paulo Mandarino e teve aula de canto e interpretação com professores italianos, como Benito Misticò, Filippo Morace, Luisa Giannini, Andrea di Miele, Italo Nunziata. Integrou o Coral lírico do teatro Municipal de São Paulo. Participou, entre outras, das  montagens das óperas Carmen, Bohéme, Turandot, Traviata, Lucia di Lammermoor, Nabucco, Guarany, Ballo in Maschera, Eugene Onegin, Fidelio, Otello, Aida, Trovatore, Macbeth, Rigoletto tendo, nesta última, se destacado no papel do “Guarda da corte”. Atuou como solista em inúmeros recitais, sendo sua especialidade o repertório  dramático italiano. Atuou na peça teatral “Parzifal”, de Jorge Takla. Esteve escalado como doppione no papel de “Enrico”, na ópera Lucia di Lammermoor. Destacou-se no papel de “Escamillo”, na série “concertos didáticos” no Teatro Municipal de São Paulo, com a OSM e Coral Lírico sob a regência do maestro Mario Valerio Zaccaro. Atuou no papel de “David” na ópera “L’amico Fritz”, com a orquestra de Americana (SP), baixo a regência do maestro italiano Marco Pace. Atuou no papel de Giorgio Germont, na montagem com orquestra, pela regência do Maestro J.M. Galindo, em Maio 2007. Foi o personagem “Médico” na montagem do “Macbeth”, no teatro São Pedro em São Paulo, pela regência do maestro Achille Picchi, na produção da Cia. Opera Brasil, em novembro 2007. Viveu ainda os papeis de “Alfio” na montagem da “Cavalleria Rusticana” no Teatro Arthur Rubinstein, em agosto de 2008; “Giorgio Germont” na “La Traviata” em setembro 2008, regida pelo maestro Rodrigo Müller, com a Orquestra Sinfônica de Limeira (SP) e “Amonasro”, na montagem da ópera Aida, no Palácio das Artes, em Belo Horizonte, em outubro 2008, regida pelo maestro Roberto Duarte.

      Entrada franca.





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