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      22/01/2019 | Habicamp - Aluguél residdencial fecha 2018 em alta

      Preço da locação residencial em Campinas fecha 2018 com alta de 3,62%


      Valores atuais estão 30% menores na comparação há três anos, antes da crise

      Após três anos de crise, com recuo nos preços por conta do excesso de imóveis fechados e menor número de pessoas interessadas em alugar um imóvel, o aluguel residencial voltou a registrar ligeira recuperação em 2018. O preço médio de locação em Campinas encerrou o ano passado com alta de 3,62%, de acordo com pesquisa mensal do Índice FipeZap de Locação Residencial. A alta foi superior a media nacional de 15 cidades, que ficou em 2,3%.

      Entre os 15 municípios onde o levantamento é realizado, o preço de Locação Residencial em Campinas ficou em 10º lugar, mostrando que ainda há espaço para maior recuperação de preço nos próximos anos.

      No mês de dezembro, o preço médio manteve trajetória de alta, fechando em 0,33%, ante alta de 0,41% em novembro. O preço médio do da locação no último mês do ano passado em Campinas ficou em R$ 21,31, abaixo da média nacional, de R$ 28,57

      A pesquisa também apontou a rentabilidade do aluguel no acumulado do ano passado. De acordo com o levantamento, os proprietários com imóvel na cidade obtiveram um retorno de 4,6%, bem superior a poupança, que foi de 0,8%. O retorno local também superou a média nacional, de 4,4% no acumulado de 12 meses.

      Para Douglas Vargas, Vice-Presidente do Setor de Comercialização da Associação Regional da Construção de Campinas e Região (Habicamp), o aumento registrado no ano passado é um bom sinal de uma retomada do setor de locação. "Consideramos este aumento no valor do aluguel residencial como algo estável, embora sinalize uma retomada gradual dos valores, que estão hoje 30% menores em comparação há três anos, antes do inicio da crise nacional", afirma.

      Vargas lembra que a retomada do aumento se concentrou no último trimestre de 2018, após a definição do novo presidente da República. Até então, explica ele, o mercado de locação está estagnado por conta da indefinição política, da Copa do Mundo e pela falta de perspectiva das pessoas quando è Economia.

      "Definido o quadro político e com a retomada dos negócios, as pessoas se sentiram mais confiantes, voltando a alugar imóvel", aponta. "Essa tendência deve ser mantida nos próximos dois anos, se não houver mudanças bruscas de rumo, e com isso os preços devem subir com a lei de oferta e demanda, embora ainda tenhamos uma boa gordura para recuperar os valores de antes", completa Vargas.



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